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Na preparação de exames de língua portuguesa e em avaliações escolares, é comum encontrar questões sobre concordância verbal e nominal que testam a precisão gramatical do candidato.
O que é concordância verbal e por que ela importa
A concordância verbal é a regra que determina a adaptação do verbo com o sujeito em número e pessoa, garantindo que a frase esteja gramaticalmente correta. Quando o verbo não bate com o sujeito, ocorre um erro de concordância que prejudica a clareza e a formalidade do texto. Portanto, entender como identificar e corrigir essas falhas é essencial para escrever de forma coerente.
Para resolver questões sobre concordância verbal com segurança, é preciso prestar atenção aos sujeitos ocultos, aos verbos em orações subordinadas e aos casos de regência exigida por determinado verbo. Exercícios frequentes ajudam a fixar a relação entre sujeito e verbo, especialmente em situações de inversão sintática ou uso de sujeitos indeterminados.
Identificando o sujeito para acertar a concordância nominal
A concordância nominal, por sua vez, estabelece a ligação entre o artigo, os adjetivos e o substantivo, todos no mesmo gênero e número. Erros nesse tipo de concordância aparecem especialmente em provas e concursos, quando o substantivo é acompanhado de vários elementos ou quando há substantivos em posição plural.
Em questões sobre concordância nominal, é comum que as alternativas apresentem combinações duvidosas entre artigo definido, adjetivo e núcleo. Treinar a análise sintática completa da frase ajuda a perceber rapidamente se a escolha gramatical está correta ou se há necessidade de ajuste.
Regras básicas para a concordância verbal
Uma das primeiras regras da concordância verbal é que o verbo deve concordar com o sujeito na pessoa e no número, mesmo que o sujeito não apareça explicitamente na oração. Em orações como "Gostaria de saber se ele já chegou", o verbo "gostaria" está na primeira pessoa do singular, pois o sujeito implícito é "eu", não "ele".
- O verbo em orações subordinadas substantivas deve concordar com o sujeito da oração principal, a menos que haja uma exigência específica de modo.
- Em orações com sujeito composto, o verbo geralmente assume a forma do sujeito que está mais próximo, especialmente quando se usa "nem nem" ou "ou ou".
- Verbos de ligação exigem sempre a concordância nominal do sujeito com o predicativo, como em "Ela está feliz" e não "Ela estão feliz".
Regras básicas para a concordância nominal
A concordância nominal envolve a uniformidade entre artigo, adjetivo e substantivo, garantindo unidade na descrição. Por exemplo, ao falar de "os carros novos", os artigos "os", o adjetivo "novos" e o substantivo "carros" estão todos no plural, formando uma estrutura coesa.
- Quando o núcleo é singular, todos os elementos que o acompanham devem também ser singulares, como em "a casa grande" ou "aquele livro interessante".
- No plural, a regra se inverte, exigindo que artigo e adjetivo ajustem-se à pluralidade do substantivo, como em "as casas grandes" ou "aqueles livros interessantes".
- Hífen em compostos: em situações como "avião-fazenda", ambos os núcleos mantêm o mesmo gênero e número, resultando em "aviões-fazenda" no plural.
Dicas para resolver questões de concurso
Em provas de língua portuguesa, questões sobre concordância verbal e nominal costumam exigir que o candidato analise a estrutura da frase como um todo. Uma estratégia eficaz é identificar sujeito, verbo e núcleo nominal, verificando a consistência entre eles antes de analisar as alternativas.
Outra dica importante é estar atento a armadilhas sintáticas, como orações subordinadas que parecem ser o sujeito, mas não são. Exercícios regulares, leitura atenta de normas cultas e revisão de regras gramaticais ajudam a reduzir erros e a ganhar confiança para enfrentar qualquer tipo de questão.
Praticando com exemplos reais
Considere a frase "As crianças brincavam no parquinho enquanto os pais conversavam animadamente". Nesse caso, a concordância verbal está correta, pois "as crianças" (sujeito 1) combina com "brincavam" (verbo 1) e "os pais" (sujeito 2) combina com "conversavam" (verbo 2). Já a concordância nominal aparece nos artigos "as" e "os", ambos no plural, alinhados aos seus respectivos núcleos.
Em alternativas de múltipla escolha, erros frequentes incluem usar "o pai está" em vez de "os pais estão" ou escrever "aquele problemas" em vez de "esses problemas". Treinar a identificação desses deslizes ajuda a reforçar a memória gramatical e a interpretação de questões sobre concordância verbal e nominal em contextos variados.
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Conclusão
Dominar questões sobre concordância verbal e nominal exige prática constante e atenção aos detalhes da estrutura frasal. Ao estudar as regras, analisar erros comuns e treinar regularmente, é possível melhorar a precisão em exames e na vida profissional. Portanto, dedique tempo ao assunto, revise conceitos e confie no seu domínio da língua para resolver qualquer desafio gramatical com segurança.