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Dominar a concordância verbal e nominal para concurso é um dos pilares essenciais para qualquer candidato que queira alcançar a pontação máxima nas provas de língua portuguesa, pois garante clareza, coesão e precisão em todas as construções frasais.
Entendendo a Concordância Nominal no Contexto de Concurso
A concordância nominal trata da regra que estabelece a concordância entre o núcleo do sujeito e o verbo ou outros elementos que o acompanham, como adjetivos e pronomes. Para a prova, você deve saber identificar o núcleo do sujeito, que pode ser oculto ou expresso, e verificar se ele está no mesmo gênero (masculino ou feminino) e número (singular ou plural) com os complementos. Um erro comum é confundir o sujeito composto, que geralmente exige verbo no plural, mesmo que uma das partes seja singular, pois a regra se baseia na ideia geral da oração. Outro ponto frequente é o tratamento dos nomes coletivos, que podem exigir verbo no singular ou no plural, dependendo se o foco está no grupo como uma unidade ou nos indivíduos que o compõem.
No ambiente de concurso, as questões de concordância nominal costumam aparecer em sentenças com subtrações, transformações ou orações subordinadas substantivas, exigindo que o candidato analise a estrutura completa para evitar armadilhas. Por exemplo, em orações subordinadas substantivas introduzidas por "que", o verbo da oração subordinada deve concordar em número e gênero com o antecedente, que é a palavra ou expressão que a precede e a justifica. Treinar a identificação do núcleo e a verificação sintática é a chave para resolver esses itens com segurança e agilidade, aumentando diretamente a taxa de acertos.
A Concordância Verbal como Foco de Erro
A concordância verbal para concurso é um dos tópicos mais cobrados, pois envolve a relação direta entre o sujeito e o verbo em uma oraçãoo. A regra básica é simples: verbo deve concordar com o sujeito em pessoa, número e, em alguns casos, gênero, quando este for explicitamente feminino. O desafio aparece em situações de sujeito oculto, como em imperativos, ou quando o sujeito é composto por mais de um termo ligados por "e", que geralmente exigem verbo no plural. Além disso, é fundamental atenção aos verbos transitivos e intransitivos, pois a regência não altera a concordância, mas pode ser usada como elemento distrator.
Os erros de concordância verbal são recorrentes em provas de concurso por conta de falsos concordantes, como o verbo "ficar" em orações subordinadas totais, que devem ser flexionados de acordo com o sujeito principal, e não sujeito subentendido. Outro exemplo clássico é o uso de "sempre" ou "às vezes" no início da frase, que não determina o número do verbo, que deve continuar em concordância apenas com o sujeito. Estar atento a essas armadilhas e praticar a análise sintática rápida permite identificar a forma verbal correta mesmo sob pressão, garantindo a precisão necessária para a nota máxima.
Regras de Concordância em Oradores Complexos
Quando falamos em concordância verbal e nominal, é inevitável encontrar orações com sujeito composto ou predicativo do sujeito composto, onde mais de um núcleo é apresentado. Nesses casos, a regra geral é o verbo no plural, pois a ideia é formada por dois ou mais sujeitos distintos. No entanto, há exceções quando os sujeitos são unidos por "tanto...quanto", "nem...nem" ou "ou...ou", pois o verbo deve concordar com o sujeito mais próximo, seguindo a lógica da proximidade sintática. Entender essas nuances é vital para acertar questões que buscam aplicar o conhecimento de forma contextualizada, típica de bancas de concurso mais competitivos.
Outro cenário desafiador é a concordância em orações subordinadas adjetivas e adverbiais, onde o verbo da subordinada deve concordar com o antecedente em gênero e número, mas a ligação lógica é estabelecida pelo pronome relativo. Além disso, em construções com "sempre que", "assim que" e "em quanto", o verbo principal mantém a concordância com o sujeito, enquanto o verbo da subordinação é flexionado de acordo com o sujeito dessa oração. Praticar a análise desses casos complexos é essencial para desenvolver a habilidade de identificar rapidamente o sujeito real e aplicar as regras de forma correta, seja em concordância nominal ou concordância verbal.
Estratégias Práticas para Acertar as Questões
Para dominar a concordância verbal e nominal para concurso, é essencial adotar uma estratégia analítica na hora da prova. Comece identificando o núcleo do sujeito, ignorando elementos modificadores como artigos, adjetivos e preposições, que não influenciam na concordância. Em seguida, verifique o gênero e o número desse núcleo e compare com o verbo ou adjetivo em questão, ajustando-o conforme as regras gramaticais. Em paralelo, utilize técnicas de eliminação, descartando as opções que apresentam discordância clara, o que costuma ser suficiente para resolver a maioria dos itens, especialmente quando o conhecimento teórico está bem assentado.
Outra dica valiosa é estar atento aos tópicos recorrentes em concurso, como concordância de nomes terminados em "-lhe" e o uso de "as" como pronome pessoal oblíquo feminino no plural, que geram muitas dúvidas. Treine com questões de provas anteriores para internalizar os padrões linguísticos e desenvolver uma "boa leitura" textual, que permite captar erros sutis de concordância. Com consistência nos estudos e aplicação prática, o candidato transforma a concordância nominal e concordância verbal em um dos seus principais aliados para alcançar a aprovação.
A Importância da Revisão Constante
A consolidação dos conhecimentos sobre concordância verbal e concordância nominal exige revisão constante e aplicação ativa, pois regras gramaticais podem parecer simples, mas apresentam exceções que só são dominadas com prática regular. Dedique tempo diário a revisar conceitos-chave, como regência e flexão verbal, e a resolver exercícios específicos para fixar a identificação rápida de sujeitos e a concordância adequada. Isso reduz a ansiedade na hora da prova e aumenta a confiança, já que você terá familiaridade com os tipos mais comuns de questão.
Manter um caderno com os erros mais frequentes e as estratégias que funcionaram melhor para você é uma técnica poderosa de estudo focado em concurso. Ao revisar periodicamente esse material, você cria um repositório mental organizado, que acelera a tomada de decisão durante a prova. Lembre-se de que a concordância verbal e nominal para concurso não é apenas uma exigência gramatical, mas um recurso que você utiliza para se destacar entre os candidatos e demonstrar domínio da língua portuguesa em situações desafiadoras.
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Conclusão
No universo das provas de concurso, a concordância verbal e nominal se apresenta como um dos conteúdos mais importantes e recorrentes da língua portuguesa, exigindo domínio técnico e prática constante. Ao compreender as regras de forma profunda, identificar os sujeitos ocultos e treinar a aplicação correta tanto da concordância nominal quanto verbal, o candidato elimina um dos principais vilões das provas. Invista no estudo contínuo, afie sua análise sintática e transforme a gramática em uma aliada que garanta clareza, precisão e, principalmente, acertos nas questões mais desafiadoras.